A reação mais comum diante de um sistema que não atende é substituí-lo. É também a mais cara. Migração, treinamento, adaptação de processos e perda de histórico somam um custo que raramente entra na avaliação inicial.
Antes de substituir, três perguntas: o sistema atual cobre o processo central? A limitação está no sistema ou na forma como foi implantado? O que falta pode ser resolvido por integração?
Substituir sistema sem essa avaliação não é diagnóstico. É risco — e dos caros.