Automatizar tudo é tão ineficiente quanto não automatizar nada. A priorização correta considera três critérios: frequência da tarefa, custo do erro humano e tempo consumido da equipe.

Processos diários, com regras claras e alto custo de erro — conciliação, emissão de documentos fiscais, atualização de status — são os primeiros candidatos. Processos que exigem julgamento caso a caso ficam por último ou permanecem manuais.

O roadmap resultante ordena as automações por retorno sobre o investimento, não por facilidade técnica. É essa ordem que garante que o ganho apareça no resultado desde o primeiro ciclo.